• Paulo Donke

Dicas de viagem para seu cão

Atualizado: 19 de Jan de 2018

Elaboramos um guia de viagens para você pensar em tudo antes de levar seu cão com você.

  • Checkups da saúde.

Assim como estamos habituados a cuidar de nossa saúde e fazendo chekups de rotina, é importante que os animais também recebam esse acompanhamento para promover a saúde, afinal queremos que eles sejam nossos companheiros por muito tempo.

  • Plaquinha de identificação

Chegar em um novo local é diferente de estar em casa. Novos lugares podem oferecer algum imprevisto que facilite a fuga do seu cãozinho. Para diminuir os riscos, deixe sempre seu cãozinho com a plaquinha de identificação e com os seus contatos atualizados.

  • Pesquisar clinicas ou petshops existentes no local de destino

Previna-se de imprevistos, antes de partir ao destino da viagem, pesquise para saber onde existem petshops ou clinicas que podem ser úteis durante a viagem. Importante tanto na questão da saúde e primeiro socorros e também em locais onde você possa comprar algo que seja importante para o seu cão (rações, remédios, guias e etc).

  • O que não pode esquecer

Seu cão irá precisar de guia, ração para o período de viagem, caixa de transporte, protetor solar principalmente para cães de pêlo claro, cobertor ou cama, shampoo e toalha caso seja necessário um banho, brinquedos e petiscos, tapete higiênico ou jornal, documentos do seu cão e carteira de vacinação e saquinhos para recolher as fezes.

  • Onde vou ficar hospedado?

Antes de partir tenha certeza de que seu cãozinho será bem vindo no local onde vocês irão se hospedar. Na rede hoteleira há locais que são receptivos com animais e outros não permitem.

Acima de tudo, é importante lembrar que nem todo mundo adora cães e que mesmo quem gosta pode não querer brincar com o SEU cão. Evitando confusões, você ajuda que outros cães sejam bem recebidos nos destinos.

  • Vacinas, Vermífugos e Anti-pulgas.

É sempre importante deixar a carteira de vacinação dos cães atualizada, mas nos períodos de viagem a importância é ainda maior. Comente com o veterinário do seu cão qual será o destino para que ele possa orientar sobre as doenças comuns no local. É importante também vermífugar o cão de 4 a 6 meses, além de aplicar algum método anti-pulgas e de preferência que repila também carrapatos.

  • Caixa de Transporte

De acordo com a nossa legislação de transito, o único local permitido para transporte de cães em automóveis é na caixa de transporte. Não utilizá-la é passível de multa, principalmente nas estradas e rodovias onde a fiscalização é maior.

Para acostumar o cachorro com a caixa de transportes é importante colocá-la em um lugar onde o cachorro gosta de ficar.  Se a caixa de transportes for substituir a cama durante a viagem, coloque a caixa perto da cama do cachorro e, quando ele se sentir confortável, inserir a cama dentro da caixa.  Todos os dias, o cachorro deve ser incentivado a entrar na caixa.  Quando ele entrar, recompense-o com petiscos e elogios, criando, assim, uma associação positiva com a caixa de transporte.

Em alguns casos, você pode considerar substituir a cama pela caixa, para incentivar o cão a associá-la com um lugar aonde ele pode relaxar e ficar tranquilo.

  • Vamos para Praia

Não esqueça dos saquinhos para coletaras necessidades. O risco de proliferação de doenças na praia é ainda maior.

Também não leve seu cãozinho para passear durante os horários de maior calor, e  quando for observe a temperatura do asfalto ou piso local. O passeio ideal é pela manhã.

Não deixe seu animal por muito tempo exposto ao sol. Eles também precisam usar filtro solar, principalmente os cães de pelo claro.

No calor, fique atento com a desidratação. Ofereça água SEMPRE.

Fique de olho nas seguintes doenças (e não esqueça de vacinar seu cão):

  • Bicho geográfico: É um parasita alojado no intestino de cães e gatos, seu apelido vem do desenho que ele forma ao se instalar sob a pele da pessoa. Para contrair basta uma caminhada pela areia contaminada para que a larva entre no seu pé, permanecendo apenas na região superficial, causando vermelhidão, coceira e irritação da pele.

  • Leptospirose: A urina de ratos e de cães contaminados pode transmitir. A bactéria que sobrevive na água e em solo úmido, atua nos rins provocando desidratação e até morte por insuficiência renal. O principal sintoma é urina de cor escura, com sangue. Isso vale tanto para animais como para humanos.

  • Verminose: Ao cheirar ou ingerir fezes de animais doentes. Um parasita que se instala no intestino e rouba vitaminas essenciais ao bichinho.

  • Verme do coração: É um dos vermes mais temidos. Ele se aloja principalmente no ventrículo direito e na artéria pulmonar do animal, causando a Difilariose, doença debilitante e potencialmente fatal. O verme do coração é transmitido por um mosquito comum em cidades beira-mar. A larva se reproduz e migra até o coração podendo matar por insuficiência cardíaca. O animal contaminado apresenta tosse, cansaço, falta de ar, perda de apetite, língua arroxeada, entre outros.

  • Doença do carrapato: Grave infecção transmitida por carrapatos contaminados por bactérias do gênero Ehrlichia. Entre os problemas desencadeados, estão anemia, petéquias, hemorragias, aumento do volume do baço, alterações neurológicas e de comportamento, insuficiência renal, perda de peso, inflamações oculares e baixa de imunidade, o que ainda expõe o organismo do seu pet a outras doenças. Essa enfermidade pode levar o animal à morte.

  • Babesiose ou piroplasmose: Também transmitida por carrapatos, mas, desta vez, contaminado pelos protozoários do gênero Babesia, que parasitam as células vermelhas do sangue (hemácias) e causam anemia. A babesiose pode acarretar anemia, febre, fraqueza e apatia nos animais.

  • Engolir água do mar: não faz mal, mas se a praia for poluída o cão pode desenvolver um quadro infeccioso e ter diarréia, vômitos e gastrite. Neste caso, recomenda-se é levá-lo ao veterinário o mais rápido possível. Se engolir água em excesso, o animal também pode desenvolver uma pneumonia por aspiração. Os sintomas são: tosse, falta de apetite, língua roxa, falta de ar, respiração ofegante e dificuldade respiratória.

  • Vamos para o Campo

  • Se o destino for uma fazenda ou uma hospedagem rural, em meio a vacas, cavalos e outros cães, o cuidado deve ser para evitar pulgas e, principalmente, carrapatos. Assim, o ideal é aplicar uma dose extra do antipulgas e do carrapaticida. Ao final do dia, convém fazer uma inspeção no cão, especialmente se for peludo, para conferir a presença de carrapatos. Lembre-se que os carrapatos transmitem babésia e a erlichiose, doenças graves e que podem levar seu cão à morte.

  • Caroços suspeitos podem ser berne. Os bernes são causados pelas moscas varejeiras e causam coceira e irritação. Não tente retirá-los sozinha ou com auxílio de ´receitas mágicas´. O ideal é procurar um veterinário porque retirados de forma errada, os bernes podem infeccionar.

  • Picadas de insetos também podem causar inchaços, especialmente se seu cão for alérgico. Procure informar-se com o seu veterinário sobre quais as medidas que podem ser tomadas nestes casos.

  • Verifique com ele quais os medicamentos recomendados para que você tenha em sua farmácia básica. É sempre mais fácil levar os remédios de casa!

  • Vamos de Carro

O ideal é que o cão seja transportado dentro da caixa de transporte. Durante as paradas sempre leve o seu cãozinho para fazer xixi, dar uma volta e beber água. Não ofereça comida antes e durante a viagem pois é comum que eles enjoem dentro do carro. Observe o comportamento dele durante o transporte e se você notar insegurança, converse com ele e transmita confiança, isso poderá ajuda-lo.

  • Vamos de Avião

Evite voos com escala. Os procedimentos variam entre as companhias aéreas. No geral, é preciso pagar uma taxa específica. O cão costuma ser transportado no compartimento de cargas, sem supervisão. Em alguns casos, é permitido levar cães de pequeno porte na cabine. É indicado fazer a reserva com antecedência, pois geralmente há um limite de animais a serem transportados por aeronave. Verifique o regulamento da companhia

Para voos internacionais, você deve conhecer as regras do país destino e poderá se informar sobre elas na Infraero. Neste caso também é necessário um laudo de um médico veterinário, que você também pode conseguir na Allpha Pack.

Não pode levar seu cãozinho?

  • Nosso Hotel

Se o seu cão não será bem vindo no local que você irá se hospedar, ou se você não tiver tempo para se dedicar a ele durante a viagem a melhor opção é deixá-lo conosco. Aqui ele vai brincar, se divertir, fazer muitos amigos e ter uma noite de sono tranquila. Entre em contato pelo telefone (11)3294-0094 e faça sua reserva agora mesmo.

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